Pré-natal, pandemia

Mesmo com a pandemia, Sesapi recomenda manutenção do pré-natal

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) explica sobre a necessidade de reforçar a prevenção à Covid-19 e orienta sobre a importância do pré-natal ser realizado de forma contínua.

12/07/2021 10h22
Por: Direto da Redação
Mesmo com a pandemia, Sesapi recomenda manutenção do pré-natal - Foto: Pixabay / Free Licence
Mesmo com a pandemia, Sesapi recomenda manutenção do pré-natal - Foto: Pixabay / Free Licence

A gestação é um momento de alegrias mas também de muitas dúvidas. Durante a pandemia do coronavírus, as perguntas são mais frequentes. As evidências cientificas demonstram que entre 8 a 11% das gestantes, puérperas e lactantes que forem contaminadas com a covid-19 vão necessitar de hospitalização e cerca de 2 a 5% vão necessitar de terapia intensiva, tendo em vista maior probabilidade de complicações, como; parto prematuro, abortamento, óbito materno e infantil.

A realização do pré-natal é essencial para a prevenção ou detecção precoce de doenças que podem atingir mães e filhos. O acompanhamento permite o desenvolvimento saudável do bebê e reduz riscos para a gestante, já que são as grávidas e as puérperas que estão mais suscetíveis a terem complicações decorrentes do coronavírus.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) explica sobre a necessidade de reforçar a prevenção à Covid-19 e orienta sobre a importância do pré-natal ser realizado de forma contínua. A coordenadora estadual de saúde da Mulher, Auzenir Moura Fé, ressalta que as grávidas não podem interromper a assistência durante a pandemia.

“O pré-natal é essencial no cuidado da gravidez. A descontinuidade dele imprime riscos, principalmente, quando perdemos a capacidade de identificar mulheres que têm doenças. Algumas gestantes ficaram com medo e deixaram de ir para o acompanhamento, mas é importante lembrar que continuamos realizando o pré-natal habitual nas unidades de saúde”, reforça.

Ainda segundo a coordenadora é fundamental que as gestantes mantenham o isolamento social, evitem receber visitas e usem máscara sempre que for necessário sair de casa. Além disso, é preciso manter a higiene e ter uma alimentação saudável para fortalecer a imunidade. “O distanciamento contribui para que as grávidas não adoeçam, já que estão incluídas no grupo de risco”, destacou Auzenir.

Com informações da assessoria