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Menos violento

Piauí é o menos violento do Nordeste, indica levantamento do Ipea

O estado apresenta a menor taxa estimada de homicídios da região, ficando com a média de 20,9 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes.

06/08/2019 08h38
Por: Direto da Redação
 

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) analisou 310 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes em 2017 e fez um recorte regionalizado da violência no país. O Atlas da Violência – Retrato dos Municípios Brasileiros 2019, elaborado em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostra que houve um crescimento das mortes nas regiões Norte e Nordeste influenciado, principalmente, pela guerra do narcotráfico, a rota do fluxo das drogas e o mercado ilícito de madeira e mogno nas zonas rurais. O estudo identifica uma heterogeneidade na prevalência da violência letal nos municípios e revela que há diferenças enormes entre as condições de desenvolvimento humano nos municípios mais e menos violentos.

 

Segundo dados do estudo divulgado nesta segunda-feira (05/08), o Piauí é considerado o estado menos violento do Nordeste. O estado apresenta a menor taxa estimada de homicídios da região, ficando com a média de 20,9 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes.
 
 
Segundo o Ipea, o estado do Rio Grande do Norte é tido como o mais violento, apresentando uma taxa estimada de homicídios de 67,4 por 100 mil habitantes, duas vezes mais que o Piauí. Logo após vem o estado do Ceará, com 64,0 mortes por 100 mil habitantes; depois vem o estado do Pernambuco, com 62,3 mortes por 100 mil habitantes; segue o ranking Sergipe com 58,9; Bahia com 55,3; Alagoas com 53,9; Paraíba com 33,9 e em penúltimo o estado do Maranhão com 31,9 mortes para cada 100 mil habitantes.
 
Falando especificamente de Teresina, a capital do Piauí é a que tem situação mais preocupante com relação às outras cidades do estado, isso porque, a sua taxa de homicídios atingiu 39,4 para cada grupo de 100 mil habitantes, ficando acima da média estadual que é de 20,9.
 
Edição: Frank Cardoso (Portal Boca do Povo)
Fonte: Ipea

 

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