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Gás mais barato

Ciro Nogueira preside audiência para discutir redução no preço do gás de cozinha

Foram ouvidos especialistas, técnicos dos ministérios de Minas e Energia e da Economia, da Petrobras, da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e representantes dos sindicatos de revendedores e distribuidores de gás liquefeito de petróleo (GLP).

11/07/2019 16h31
Por: Direto da Redação
 

Na busca pela redução dos preços do gás de cozinha, o senador Ciro Nogueira (Progressistas) foi o autor do requerimento da audiência pública que ocorreu nesta quarta-feira (10), na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE).

Foram ouvidos especialistas, técnicos dos ministérios de Minas e Energia e da Economia, da Petrobras, da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e representantes dos sindicatos de revendedores e distribuidores de gás liquefeito de petróleo (GLP).

O senador Ciro, que presidiu a audiência, destacou que a principal ação a ser tomada é aumentar o incentivo à concorrência no setor de distribuição do gás. “É um tema de estudo a lucratividade desse setor no Brasil. São apenas cinco empresas que controlam mais de 90% do mercado”, disse.

Os participantes detalharam os itens que compõem o preço do gás e explicaram a atuação de cada órgão no setor. Eles listaram ações que facilitariam a entrada de outras empresas no mercado, diminuindo a concentração, e apontaram normas e legislações que podem ser alteradas para favorecer a concorrência. Algumas dessas ações foram a possibilidade de uma empresa poder utilizar o botijão de outra e o fim da necessidade de vender apenas o recipiente completamente cheio.

O monopólio da Petrobras na produção do GLP também foi criticado na audiência. “O ideal é que a Petrobras seja mais uma empresa que tome preços, e não que defina os preços do mercado de gás”, afirmou o representante do ministério da Economia, Leandro Caixeta Moreira.

Ciro afirmou que não há como negar que o gás está caro. Para o senador, essa situação prejudica especialmente as famílias mais carentes, que acabam tendo que comprometer grande parte da sua renda na compra do gás, ou optar por alternativas que trazem mais risco à saúde, como a lenha e o carvão.  “Ver um pai e uma mãe de família voltar a usar carvão e lenha para cozinhar nos dias de hoje é um dano muito grave à cidadania no nosso país”, lamentou.

Os especialistas convidados que participaram da audiência foram Cesar Matos e Leandro Caixeta, do ministério da Economia, Claudio Akio Ishihara, do ministério Minas e Energia, Décio da Costa, diretor da ANP, Sergio Bandeira de Mello, representante do Sindicato das Empresas Distribuidoras de GLP, Claudio Rogerio Lenassi Mastella, diretor da Petrobras, José Luiz Rocha da Federação do Comercio de Combustíveis e Lubrificantes, e Alexandre José Borjaili, da Associação Brasileira dos Revendedores de GLP.

 

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