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Trajetória de neurocirurgião do Piauí vira destaque em quadro da Rede Record; assista

A reportagem acompanhou a rotina do médico, recebendo pacientes de toda América Latina.

15/05/2019 11h59Atualizado há 1 semana
Por: Direto da Redação
A reportagem acompanhou a rotina do médico, recebendo pacientes de toda América Latina.
A reportagem acompanhou a rotina do médico, recebendo pacientes de toda América Latina.
 

Nascido em Campo Maior, distante 84 km de Teresina, o neurocirurgião Wellingson Paiva foi destaque da série “Médico Genial”, exibida pela Rede Record na noite de segunda-feira (13/05). O quadro conta histórias de médicos brasileiros reconhecidos internacionalmente pelo pioneirismo em técnicas e resolutividade no diagnóstico de pacientes graves.

A reportagem acompanhou a rotina do médico, recebendo pacientes de toda América Latina.

Wellingson Paiva, atua no Hospital das Clínicas de São Paulo, e faz 300 cirurgias de cabeça e coluna cervical por ano. Com 39 anos, ele ganhou um prêmio da Federação Nacional de Neurocirurgia, dois prêmios da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, 3 livros e publicou mais de 150 artigos em revistas de circulação internacional.

O sonho de virar médico veio aos 7 anos, quando foi atendido em um hospital público de Campo Maior. Vivendo uma infância simples, a inteligência e dedicação do piauiense chamou atenção de escolas particulares, oferecendo-o bolsas de estudo.

No Ensino Médio, acabou aprovado para Medicina na Ufpi, mas não tinha recursos financeiros para ficar sozinho na capital.

Assim, no ano seguinte, ele foi aprovado na Universidade de Brasília (UNB) e se mudou para a casa dos tios, que já viviam lá. Após a graduação, Paiva virou residente em São Paulo e se especializou em Neurologia, onde atua até hoje. No Hospital das Clínicas, ele atua na remoção de tumores cancerígenos e diagnosticando casos de alta complexidade.

Nos fins de semana, o piauiense coordena o plantão do hospital, atendendo casos de traumatismo craniano que chegam à emergência do HC-SP. Segundo ele, a maioria dos casos são provocados por acidentes de trânsito e violência urbana.

 

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