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09/01/2019 ás 08h19 - atualizada em 09/01/2019 ás 09h16

Redação II

Barras / PI

Professor acusado de matar ex-namorada dentro de faculdade vai a júri popular
Está marcado para o próximo dia 23 de janeiro, o júri popular do professor e advogado acusado de matar a ex-namorada e depois tentar suicídio no município de Corrente, em 2009.
Professor acusado de matar ex-namorada dentro de faculdade vai a júri popular
reprodução

Está marcado para o próximo dia 23 de janeiro, o júri popular do professor e advogado acusado de matar a ex-namorada e depois tentar suicídio no município de Corrente, em 2009. O professor Arnaldo Alves Messias é suspeito de matar a professora Adriana Macedo Borges dos Santos com um tiro na cabeça e depois tentar se matar também com o disparo na cabeça. 


O crime que teve grande repercussão aconteceu no dia 8 de setembro e o julgamento acontecerá no Tribunal do Júri, no Fórum da Comarca de Corrente, às 9h. 


A advogado de defesa de Arnaldo, Joaquim Magalhães, afirmou a IMPRENSA que a alegação da defesa é de que o disparo foi acidental e que não houve intenção premeditada de matar a mulher.  O advogado também disse que o irmão de Arnaldo, Renato Evilásio Alves Messias, que também é acusado no processo, não está envolvido no crime. Segundo a acusação, Renato teria atraído a vítima para um encontro com o irmão, onde logo depois ela foi baleada.


“O irmão dele também é acusado, mas não tem nenhum sentido ele ser acusado e vamos provar isso no júri. O irmão dele nem sequer estava nesse dia e hora na faculdade. Temos álibi suficiente que demonstra que ele estava em outro local. E nossa alegação com relação ao Arnaldo é que não houve crime premeditado, não houve homicídio na forma descrita pelo MP, não houve a vontade de matar a moça, absolutamente. Houve na verdade uma discussão e um acidente que provocou o disparo e a morte dela. E isso tudo vai ser demonstrado e desconstituída a denúncia quando da defesa em plenário no Tribunal do Jurí”, alegou Joaquim Magalhães. 



Advogado Joaquim Magalhães


A defesa também informou que Arnaldo está atualmente respondendo em liberdade e que faz tratamento médico. “Ele tem hoje dificuldade de falar e faz tratamento em razão das sequelas causadas pelo tiro que desferiu contra ele mesmo no dia do crime”. 


Juiz Carlos Marcelo Sales Campos, da comarca de Corrente, é o responsável pelo processo.


Entenda o caso



O crime aconteceu dentro da faculdade onde tanto a vítima quanto o acusado lecionavam e as informações de testemunhas é que o relacionamento entre os dois havia acabado dois meses antes do ocorrido. Há informações também que Adriana chegou a ser levada para o hospital da cidade, mas não resistiu. 

FONTE: cidade verde

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