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27/09/2018 ás 15h42

Redação II

Barras / PI

Ônibus paralisam nesta quinta-feira, após sequência de 85 assaltos
Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários (Sintetro) deflagram paralisação nesta quinta-feira (27) após uma sequência de 85 assaltos.
Ônibus paralisam nesta quinta-feira, após sequência de 85 assaltos
Reprodução

Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários (Sintetro) deflagram paralisação nesta quinta-feira (27) após uma sequência de 85 assaltos. Foram dois casos apenas na última terça-feira (25), o que mobilizou o movimento paradista e incentivou a movimentação da classe.


Os trabalhadores reclamam da tortura psicológica promovida pelos assaltantes e empresários do setor, que, segundo os sindicalistas, chegam a cobrar os valores subtraídos dos funcionários.


O clima é de tensão entre os trabalhadores. “Nós vivemos com preocupação e medo. Um motorista recentemente deu um avc após um assalto. Os assaltantes são bem violentos, ameaçam, batem. Os empresários prometem colocar botão do pânico, mas nada. Eles ainda cobram os roubos dos cobradores. Não aceitamos isso e já entramos na justiça, que reconhece ser ilegal a cobrança”, conta Fernando Feijão, presidente do Sintetro.



 (Crédito: José Alves Filho)
(Crédito: José Alves Filho)



 


As denúncias de assédio moral são o principal alvo do sindicato. “As pessoas acabam se submetendo a essa situação para não perder o emprego. Pagam o prejuízo dos empresários após os roubos, descontam do salário logo”, acrescenta Feijão.


As reclamações também são direcionadas aos salários e ticket alimentação. “O salário está muito defasado e ainda temos que pagar assaltos. Hoje o motorista deveria ganhar R$ 2 mil e os cobradores R$ 1,2 mil. Ainda faltam algumas centenas para chegar lá. Há uma diferença no ticket de alimentação dos profissionais, não querem igualar, como se todo mundo não comesse igual”, considera o presidente.


Procurada pela reportagem, o Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (Setut) informa que não foi comunicada oficialmente pela paralisação e que espera o posicionamento do Sintetro.

FONTE: Meio Norte

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