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Concurso MPPI

MP aplica concurso e policiais a paisana monitoram concorrentes dentro de salas

Mais de 16.500 inscritos disputam 26 vagas de analistas e técnicos ministeriais do Ministério Público do Piauí. A aplicação das provas do concurso acontece neste domingo (23) parte pela manhã e outra parte pela tarde.

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23/09/2018 08h47Atualizado há 9 meses
Por: Redação II
Fonte: Cidade Verde
Foto: Lucas Araújo/ Cidadeverde.com
Foto: Lucas Araújo/ Cidadeverde.com

Mais de 16.500 inscritos disputam 26 vagas de analistas e técnicos ministeriais do Ministério  Público do Piauí. A aplicação das provas do concurso acontece neste domingo (23) parte pela manhã e outra parte pela tarde. Cerca de 200 policiais civis reforçam a segurança diretamente nos locais de provas, com suporte na área de Inteligência, além de equipes para lavraturas de possíveis flagrantes.

Policiais civis e membros do Ministério Público do Piauí à paisana atuam ainda dentro dos pontos de aplicação de provas do concurso. A estratégia visa coibir fraudes no certame. De acordo com a Polícia Civil do Piauí, em concursos anteriores, 120 candidatos foram indiciados por fraude ou tentativa de fraude a concurso público.  

O promotor Rômulo Cordão, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), diz que candidatos suspeitos de tentativa ou fraude a concurso público em outros certames no Piauí e em outros estados estão sendo monitorados. O delegado-Geral da Polícia Civil, Riedel Batista, frisa que os candidatos estão sendo monitorados desde a fase de inscrição no certame. 

O delegado orienta aos candidatos que revisem o edital e não adentrem aos locais de aplicação de provas com o celular, mesmo que o aparelho esteja desligado. 

"A Inteligência está monitorando pessoas que são investigadas, indiciadas, denunciadas ou processadas pela Justiça do Piauí ou de outros estados que estejam inscritas nesse concurso. Nada impede a inscrição dessas pessoas em concurso público, mas saibam que estarão sendo acompanhadas de perto. A intenção é impedir qualquer tipo de fraude", disse Batista. 

O coordenador do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco), Willame Moraes, completa que, na entrada dos pontos de aplicação de provas,  os candidatos serão revistados com detectores de metais e que a Polícia Civil conta ainda com equipamentos eletrônicos para detectar fraudes. 

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