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14/06/2018 ás 10h56

Redação II

Barras / PI

Polícia acredita que pode chegar ao advogado nas próximas horas
O advogado está desaparecido desde a última segunda-feira.
Polícia acredita que pode chegar ao advogado nas próximas horas
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O advogadoThiago Nunes de Carvalho, de 32 anos, desapareceu por volta de 06h da manhã da última segunda-feira (11/06) ao sair de sua residência no bairro Macaúba, na zona Sul de Teresina, e não retornar. Familiares pedem ajuda para quem tiver quaisquer informações sobre o paradeiro do advogado. De acordo com o delegado Francisco Costa, o ‘Baretta’, coordenador da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em entrevista ao programa Bom Dia Meio Norte, a investigação de desaparecimento de pessoa é como uma qualquer outra.


“Ela segue um protocolo, esse protocolo está sendo seguido pelo delegado Danubio Dias e sua equipe, foi um desaparecimento voluntário porque senão nós já tínhamos um fato típico e anti jurídico, não estamos diante de um crime até o momento, já temos bastante informações. Nas próximas horas, o delegado está concluindo essa investigação fazendo um relatório de todos os atos praticados por ele com início, meio e fim e mostrando realmente o que aconteceu. Nós ja temos delineado toda a arquitetura do desaparecimento desse rapaz”, declarou.


Ainda segundo Baretta, a delegacia leva em conta que todas as redes sociais de Thiago Nunes foram apagadas. “Você imagine que a gente encontre um corpo em um terreno baldio, que lá não tem nenhuma câmera, como é que nós vamos chegar aos autores do crime? Quem apagou as redes sociais foi ele? Foi proposital? Foi acidental? Ou ele foi induzido? A polícia está procurando essas respostas e já está respondendo, o delegado está caminhando muito bem e acredito que nas próximas horas vamos ter o resultado da investigação. Parte da família tem contribuído sim, inclusive eu sempre quando vou entrevistar o familiar peço que ele fale a verdade porque nem sempre fala, e às vezes uma informação que não é passada para a polícia cria um embaraço. Esse caso foi entregue para uma equipe que já tem experiência, é tanto que agora pela manhã o delegado me passou um relatório já verbal. Se o DHPPP não tivesse condições de chegar a esse tipo de investigação não entraria”, finalizou.


 

 

FONTE: meio norte

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