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Educação

20/03/2018 ás 10h45 - atualizada em 21/03/2018 ás 10h37

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Redação II

Barras / PI

ESCÂNDALO! Merendeiras de Barras devolviam mais da metade do salário para secretaria de Educação na última Gestão
O fato só foi descoberto porque o repasse das merendeiras atrasou dois meses pelo governo federal.
ESCÂNDALO! Merendeiras de Barras devolviam mais da metade do salário para secretaria de Educação na última Gestão
Reprodução

Barras PI - Em prestação de contas na Secretaria Municipal de Educação foi constatada a existência de retiradas do pagamento das merendeiras cadastradas no Programa Projovem do Campo. O esquema funcionava da seguinte forma: a merendeira recebia um salário minimo, ficava com R$ 400,00 (quatrocentos reais) e devolvia os R$ 537,00 (quinhentos e trinta e sete) na secretaria de Educação. A ilegalidade acontecia na gestão do prefeito Edilson Capote.


 

O recibo que cada merendeira assinava, afirmando receber apenas os quatrocentos reais já se encontrava digitado e quem ousasse não colaborar, no mês seguinte estava fora do esquema. O fato só foi descoberto porque o repasse das merendeiras atrasou dois meses pelo governo federal. O retorno do recurso coincidiu com o fim do mandato do ex-prefeito capote. Os valores chegaram em janeiro e fevereiro, momento em que Ana Flora, funcionária responsável, se surpreendeu porque as profissionais já procuravam a secretaria com o dinheiro a ser devolvido na mão.


Ana Flora, comunicou que o valor total pertencia a eles e que não precisavam deixar nenhum valor lá. Devolver dinheiro dos seu vencimento ao órgão é uma ilegalidade, improbidade, prática de corrupção e deveria envergonhar o gestor que agia desta forma, e com o agravante de se tratar de pessoas de baixa renda que só recebiam 1 salário mínimo por mês. Nos documentos abaixo, o leitor pode ver os valores que cada profissional deveria receber  assinado pelo coordenador geral do programa Antonio Regio Alves Gadelha e também o recibo que as merendeiras assinavam no valor de R$ 400. A pergunta que todo mundo quer saber e que o Portal Longah não tem condição de responder: quem ficava com esse dinheiro?


O espaço está aberto para esclarecimentos. Nossa reportagem entrou em contato com coordenador á época Antonio Alves Gadelha, que pode nem saber que essa prática acontecia conforme depoimento das próprias merendeiras, mas não obteve êxito.  A redação do Portal Visão Piauí está com o espaço aberto para explicações sobre o caso levantado pelo portal Longah.com. Mas até o fechamento da edição ninguém quis comentar ou esclarecer os fatos. 

FONTE: Longah.com

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